quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Índole há em si já.

Soa como uma brincadeira de criança, soa leve, soa cedo.
Soa terno, eterno, soa, voa, vento, leva.
Neva.

Neva e congela por dentro, ela não dá mais trela e não revela.
Não revela que por baixo de sua experiência maquiada não há quase nada.

Quase nada ao ver dela.

Porque ser ela ninguém consegue.
Pois tal proeza não se vê em qualquer mesa.
Pois tal prosa não se vê em qualquer fossa.
Não se vê, mas se vai...

Segue, segue sentindo, amando e sorrindo.
Segue sem medo, segue o enredo.
Estraçalhe a vanglória, faça a sua história.
Use seu compasso a cada passo.


Porque não há nenhum outro como o seu caso.

2 comentários:

Luciano disse...

Lindo seu blog!!
parabéns!!!

Paulo Henrique Motta disse...

dá uma olhada nessa galera desse blog: http://asescolhasafectivas.blogspot.com/
lá vc vai encontrar poetas novos e outros já consagrados, como Paulo Henriques Britto, Chacal, etc. vale a pena dá uma conferida.
bjs do primo,

P